Como conquistar uma Maternidade Consciente

Escrito por em 8 de agosto de 2018

Já havia lido e validado a influência da gestação no desenvolvimento psíquico emocional e físico da criança antes de ficar grávida. Mas hoje, após eu receber a avaliação da escola de minha filha de cinco anos, eu reconheço a importância da maternidade consciente. O retorno do cuidado que tive ao planejar minha gravidez e investir nesse processo me foi apresentado em forma de relatos emocionantes, especialmente da professora de yoga dela. Fiquei feliz e satisfeita. Investi na minha gravidez fazendo terapia, yoga, exercícios físicos, fiz acompanhamento com nutricionista e recebi Reiki. Como qualquer ser humano, tive meu aprendizado. Foi um investimento que trouxe retorno em felicidade. Sei que muitas pessoas não têm a oportunidade de fazer algumas dessas atitudes, mas outras não fazem por desconhecimento mesmo. Por isso venho aqui neste artigo apenas dar uma dica, que me ajudou bastante e pode ajudar muitas pessoas também.

Nunca me iludi em ser uma mãe perfeita. Mas sempre fui adepta da maternidade e paternidade consciente e, portanto, fiz o meu melhor. Agi de forma plena e centrada. Sei que nem todo mundo tem a chance de ter uma gravidez planejada, mas há a possibilidade de, mesmo não planejada, ser uma maternidade consciente. Há um grande número de pessoas que não sabem o que é uma gestação com consciência. Por isso, achei importante dar o meu relato. Toda a educação terá o seu desafio, mas se pudermos amenizar o impacto dos percalços que enfrentamos, da novidade do primeiro filho, do processo de adaptação nosso, da família, do casal e do bebê, teremos muitos ganhos em termos de bem-estar, tranquilidade e paz.

A conexão com o bebê, na fase intrauterina e, principalmente, nos três primeiros anos de vida é fundamental. Toda criança precisa do acolhimento, aconchego e da presença de alma e coração da mãe. Sei que lidar com as demandas que nos são exigidas é um processo complexo. Mas podemos desenvolver o exercício de nos desligar das preocupações do mundo e dedicar algumas horas do fim do dia à nossa gestação. Fazer um carinho na barriga, colocar música clássica para o bebê ouvir, conversar com ele… mesmo que seja tardio, sempre vale a pena. O autoconhecimento, ou seja, saber mais sobre a nossa história e como de fato funcionamos internamente, favorece o manejo da nova dinâmica que iremos enfrentar. Além disso, ajuda-nos a estar mais presente no momento crucial de desenvolvimento da criança.


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