Você sabe o que representa a sua decisão?

Escrito por em 24 de janeiro de 2018

O que faz você querer decidir de imediato sua vida, seja profissional ou pessoal, não é apenas uma ansiedade dentro de si. E não deve ser. Suas decisões têm de ser feitas com consciência. Mesmo que se considere impulsivo, esqueça esse padrão negativo. Impulsividade não é uma característica comum. Algo como: “eu sou impulsiva (o) mesmo”. Impulsividade é um padrão negativo, que precisa ser quebrado. Achar que ela faz parte de si é uma crença negativa. Suas decisões devem sim ser pensadas, sem medo de ser tomadas, mas com a cautela necessária para qualquer decisão. Com assertividade. O próprio exercício de tentar o máximo de assertividade é benéfico para seu eu interior e seu crescimento.

É recorrente as pessoas decidirem sem querer sentir o que representa sua decisão. É de fundamental importância sentir e ter consciência. Quando se busca apenas justificativas mentais: “vou ganhar ou perder isso ou aquilo”, “isto é certo ou errado”, “vão pensar isso ou aquilo de mim” – você sofrerá e poderá demorar a tomar uma decisão mais favorável e verdadeira para você. Suas escolhas interessam a você e devem ser boas para você. Você não deve afetar negativamente o outro com suas decisões, pois isso retornará a você na forma de algum sentimento negativo, mas o desejo ou sentimento do outro também não pode afetar negativamente suas escolhas. O ideal é não julgar e sim entender. Escolha por você mesma (o).

O medo é o sentimento que atrapalha nossas decisões. Precisamos do medo para o nosso instinto de sobrevivência, mas não aceitar o risco que toda escolha tem, te impede de aceitar a sua vontade e a sua própria decisão. Isso te paralisa e você adia a sua felicidade e prazer. Portanto, o primeiro passo é enumerar os medos e resolvê-los. Poderá ser uma decisão difícil, principalmente, se você não foi encorajado (a) a enfrentar seus medos em sua infância. Dependendo do caso, será necessário a busca de um profissional para te ajudar a superar seus medos. Autoconhecimento é coisa séria.


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